Mundo velho, gente nova. Isso as vezes assusta boa parte das pessoas e também o mercado.

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Entender as novas formas de mídia, relacionamento e negócios não é fácil, e nem deve ser, mas as vezes chega a ser bizarro o nível de desinformação que alguns executivos tem sobe a nova realidade do mundo hoje.

Tenho visto no mercado um espanto muito grande quando se fala em crossmedia, transmedia e outras ações do gênero. Tudo bem que nem todos estejam familiarizados com esses termos novos que o mercado cria, mas até aí duvidar da potência dessas ações chega a ser bizarro.

Falando em negócios, o modelo de patrocínio que existe atualmente nos veículos tradícionais, sejam em banners, apoios ou até anúncios(tv, rádio, internet, tudo!) é muito vago.

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O mundo de patrocínios hoje vai muito mais além do que uma simples exposição corporativa, como era feito antigamente e deu muito certo por um bom tempo. Hoje, os telespectadores escolhem se querem ou não verem os comerciais, e quem escolhe ver? Essa simples caixinha preta ligada a internet provocou uma revolução na mídia tradicional. Para onde foram os anunciantes? Para dentro dos programas, obvio! Mas não é o suficiente, longe disso, esse tipo de patrocínio tem um limite aceitavel pela audiência, se ficar obvio demais gera uma reação totalmente oposta a marca que está atrapalhando seu entretenimento.

A Nissan foi uma das empresas que viu valor nas ações de crossmedia, investindo pesado nessas ações. A lógica é simples, onde começa? Onde termina? Quando se propõe um patrocínio, essa deve ser a primeira pergunta a pessoa que propõe deve fazer a sí mesma. Será que em 2009 é justificável colocar X mil reais em um banner estático? Qual é a ação após esse investimento? Que relacionamento com essa comunidade eu terei? Como vou mapear os interesses dessas pessoas? Essas são as perguntas básicas que qualquer pessoa relacionada a marketing com um mínimo de atualização fará.

Mailing? Esqueça, qualquer serviço de e-mail que presta vai bloquear seu spam indesejado. Não é porque uma pessoa foi a um evento patrocinado por você que ela quer receber seu e-mail mala no dia seguinte vendendo algo.crossmedia3-celular1

Então? O que fazer? É aí que entra a tal de crossmedia. Crossmedia nada mais é que o cruzamento de várias mídias, seja online, impresso, físico, enfim, TUDO! O patrocínio de um evento deve ser apenas um começo de relacionamento, instigando seu alvo a começar a se relacionar com sua marca e suas ações. É aí que entra a tal de crossmedia. Um hotsite não resolve tudo, pode até ajudar, mas resolver…nada! A Nokia com a Nokia Store fez uma ação muito bacana envolvendo vários tipos de mídia em uma ação.

imagem12Até que ponto a prática de uma linguagem mais rápida, acaba atrapalhando os jovens na hora de se expressar no papel?

Escrever errado, ou simplesmente abreviar? Diferenciar o meio digital da folha de caderno, ou escrever abreviado até em redações que valem nota? Esses são alguns dos dilemas do famoso “internetês”, linguagem que a cada dia que passa toma conta dos adeptos do mundo virtual mais cedo. Uma facilidade ou uma dificuldade?

Cada vez mais estamos vivendo em um mundo que busca facilidades. A maioria das coisas está se modificando a fim de trazer comodidade. Não vem sendo diferente com a comunicação, que foi extremamente ampliada e modificada nos últimos anos.

Vamos cedo para o computador. E lá aprendemos uma nova forma de passar nossa linguagem. O rápido e fácil “internetês”. Tal linguagem vai desde pequenas abreviações para poupar tempo, até abusos gramaticais “du extilu dakelis ki ixcrevem axim” (credo! Que dor nos olhos isto dá).

Até que ponto estamos, entretanto, sabendo diferenciar o mundo virtual do mundo real na hora de escrever? Segundo a doutora em Mídia e Processos Socioculturais com Ênfase em Mídias Digitais pela UNISINOS, Cláudia Presser Sepé, o internetês é válido no meio digital que exige uma economia lingüística.

E a dúvida que não quer calar: “Será que esse hábito irá prejudicar minha escrita no cotidiano?” A Doutora afirma que “com certeza essa nova linguagem interfere na redação dos alunos, particularmente no vocabulário (tb, vc, etc.)” e acrescenta ainda que, de modo geral, em relação a sintaxe e sentido, não existe uma influência importante.

“Creio que o uso do internetês só se torna prejudicial quando feito fora do contexto em que ele poderia ser aplicado. Por exemplo, num texto dissertativo-argumentativo, como os solicitados no vestibular. O importante é avaliar o veículo, o público-alvo, enfim, as condições de produção e recepção dos textos, para decidir se esse tipo de linguagem pode ser empregado ou não”, finaliza Cláudia.

Pela facilidade, acabamos adquirindo uma dificuldade. Estamos cada vez mais distantes da gramática, e isso acaba por nos prejudicar. É preciso saber escrever, ainda que a gente viva em um mundo digitalizado, não se pode fugir dessa necessidade. Ainda que o problema fosse mais grave caso a maioria dos casos prejudicasse o sentido das frases, não podemos desconsiderar os erros gramaticais. Não até que se consiga separar os chats das folhas de papel.

Te liga!

Procure fugir das abreviações desnecessárias. Quer um exemplo? Para escrever NÃO utilizamos 4 teclas, para escrever NAUM, as mesmas 4. Fuja da força do hábito e faça as pazes com a gramática!

Seus textos, sejam eles redações de vestibular ou cartas de amor, agradecem.

O “naum”, e o “eh” tem uma história (assim como outras), ele foi adaptado ou melhor, convencionado para quem não possuia acentos no teclados. mas odeio mesmo quem escreve “aÇim mexmo”. (ARGH!) kkkkk

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O The New York Times, o jornal mais prestigioso do mundo, começa a admitir, e a divulgar, que em mais cindo anos a publicação poderá deixar de ser impressa e passar unicamente a ser feita via internet. A empresa que edita o jornal e outros diários está amargando prejuízos. Por outro lado, já percebeu que os acessos à versão online superam a casa de 1 milhão e 500 mil por dia, enquanto a edição impressa tem 1 milhão e cem mil assinantes.

Acho que a diferença entre os números não seja assim tão expressiva, que justifique o fim do jornal impresso. Afinal, a internet certamente deveria permitir um acesso bem mais elevado. Aspectos como gratuidade e maior facilidade de se ler o conteúdo deveriam incentivar uma quantidade bem maior de leitores.

Mas deve-se levar em conta, também, a questão financeira. Os donos são quem sabe onde o sapato lhes aperta. Mas, estaria o mundo já socialmente condicionado, a ponto de prescindir dos jornais impressos?

Agora, a questão de fundo é efetivamente essa: até quando o jornal impresso poderá resistir, como meio eficaz de envio de informações de massa? Quando passará a ser visto como um anacronismo, uma vez que sua feitura, mesmo sob pressão, é lenta, se comparada à elaboração de material para a internet? Depois disso, vem a distribuição, trabalhosa, que envolve uma grande equipe de motoristas e descarregadores.

E isso sem levar em conta os custos com a informatização das redações, parques gráficos caríssimos, tinta, papel, fotolitos, chapas matriciais e toda a equipe que orbita em volta da redação: setor comercial, administrativo e funcionários de serviços gerais. É muita coisa.

Mas, a internet está apenas começando. Com passos largos, ganha espaço e socializa como veículo preferencial, especialmente entre os jovens. Por sua vez, o jornal impresso é veículo legitimado, portador de informações e opiniões credibilizadas historicamente e não vejo assim, num horizonte tão próximo, o fim das velhas folhas que tão costumeiramente manuseamos.

Creio que tudo virá a seu tempo. E esse tempo ainda não chegou

Quais as regras de etiqueta necessárias para o profissional manter-se bem posicionado no mercado de trabalho?

Com a velocidade das informações e a constante atualização que o profissional precisa manter, é quase impossível não se integrar na era digital. Enviar e-mails, elaborar páginas com informações pessoais, participar de comunidades virtuais, utilizar programas de mensagens instantâneas, receber ou mandar mensagens SMS, ou seja, criar cadeias de relacionamento, faz parte de uma nova maneira de se relacionar, seja pessoalmente, seja profissionalmente. O resultado mais visível é que acabamos mantendo muitos relacionamentos virtuais e perdemos o contato mais direto e pessoal com os colegas de trabalho.

No entanto, essa “vida paralela” virtual gera outras conseqüências. Como podemos adequar o mundo digital ao nosso dia-a-dia? Ele gera uma influência positiva ou negativa no desempenho profissional? Como manter um relacionamento adequado na troca de e-mails? O que podemos escrever e o que não podemos? Participar de uma comunidade virtual ou manter um blog prejudica nossa imagem? Enfim, como devemos nos comportar profissionalmente na era digital?

Para os consultores de Recursos Humanos especializado em secretárias, o profissional deve usufruir as soluções com ponderação, sem se prejudicar. Com a globalização, sentimos a necessidade de estarmos inseridos no mundo da tecnologia.

Porém, muitas vezes, não sabemos como nos comportar perante tantas opções e o que fazer para manter a seriedade, principalmente no ambiente de trabalho.  Devemos utilizar esses meios de comunicação para agilizar nossos contatos e nossas resoluções diárias, mas isso não substitui o contato humano, direto e pessoal.

“Muitas vezes, o profissional é avaliado conforme o material que tem postado na Internet, a maneira como escreve um e-mail ou transmite uma mensagem. Isso porque, com a concorrência cada vez mais brutal no mercado, o relacionamento digital torna-se fator decisivo para classificar ou desclassificar alguém”, explica.

É  preciso termos sempre em mente que não existem restrições para acessos em páginas pessoais. O chefe, por exemplo, pode saber tudo sobre a vida pessoal do colaborador. Por isso, essas páginas devem ser encaradas como verdadeiros cartões de visita e é necessário ter o controle sobre as informações transmitidas.

“Essas ferramentas expõem muito as pessoas e podem resultar em uma imagem errada, pois cada um interpreta como quer. Na maioria das vezes, blogs e comunidades mostram a imaturidade das pessoas, ou seja, participar de uma comunidade como “adoro beber” ou ter um correio eletrônico gostosinha@hotmail.com não contam pontos positivos para a imagem profissional.

“O uso de programas de mensagem instantânea permitem maior intimidade, enquanto o e-mail é hoje um documento e deve ser usado como tal. É preciso ter em mente que quando uma empresa permite o uso de programas de mensagens instantâneas, bom senso é fundamental para fixarmos limites. A ferramenta não pode atrapalhar o desempenho profissional . Se isto acontecer, não somente a ferramenta poderá ser retirada, como também o profissional será identificado como desqualificado, desrespeitoso, ou até mesmo, desinteressado pelo trabalho, gerando alto risco de demissão”, completa Vivian.

Logicamente, o uso de toda essa tecnologia tem vantagens e desvantagens, afirma Vivian. “Ganhamos tempo e temos acesso facilitado a pessoas que de outra forma não teríamos. Porém, ficamos sobrecarregados, pois estamos disponíveis demais. Muitas vezes, é necessário sair do ar para poder recarregar as baterias”, conclui.

Etiqueta digital: algumas dicas

Não ficar de papo no celular durante o experiente. Deixe-o no silencioso. Se tocar e for importante atender, saia da sala e seja breve.

Jamais fornecer o e-mail corporativo para amigos e familiares, não o usar para assuntos que não sejam pertinentes ao trabalho, nem cadastrá-lo em sites de compras, entretenimento e outros.

Receber correspondência particular no ambiente corporativo, mesmo que em um webmail, deve ser feito com a maior discrição possível. Qualquer um pode ler.

Usar o e-mail da empresa para assuntos referentes apenas à vida empresarial. Não encaminhar para colegas da empresa mensagens pessoais com piadas, poemas, fotos, etc.

Ao enviar qualquer anexo, tenha certeza de que o destinatário está esperando o material ou tem interesse em recebê-lo. De preferência, consultá-lo antes de enviar e ter cuidado com o tamanho e a extensão do arquivo.

Nunca pressupor que um e-mail foi recebido e lido. A mensagem pode ter sido bloqueada pelo anti-spam do servidor da empresa.

Em caso de assuntos importantíssimos, fazer da maneira tradicional: telefone.

Ser discreto em comunidades virtuais. Lembrar-se que qualquer um pode acessá-las, inclusive seu chefe ou aquele colega de trabalho que não vê a hora de conseguir o seu cargo.

Se desejar muito manter um blog, fugir de qualquer assunto que comprometa a empresa ou que possa ser prejudicial para sua imagem profissional.

Usar mensagens instantâneas comedidamente , de forma que não comprometa sua administração do tempo. Seu chefe saberá se você passou o dia todo teclando com amigos ou se efetivamente fez seu trabalho.

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